Semana Passada, foi realizada uma atividade em que cada pessoa da sala escolheu um objeto que a descreve de algum modo, e logo depois todos os alunos fizeram correlações entre seu objeto e mais dois, mantendo em mente que o critério deveria ser programático. Apesar disso, a maioria traçou ligações finalísticas e causalísticas, como foi o meu caso ao ligar o objeto trazido ao de uma colega, dando como motivo o fato de que a característica que ela imprimiu ao objeto dela é algo que eu também gostaria que me definisse. Essa relação entre os objetos foi finalística, pois procura o motivo por trás da ligação estabelecida, contrariando, assim, o propósito da dinâmica. Contudo, ainda é possível perceber que a atividade não foi contrariada completamente, pois os significados dados aos objetos e as associações feitas entre eles não poderiam ser previstos no programa inicial, o que classifica essas relações como acasos e, portanto, acontecimentos pragmáticos.
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